Sunday, November 14, 2010

Para o futuro

escrever uma exaustiva análise do poema O elefante, de Drummond. Seguem alguns fragmentos finais abaixo:

Ele não encontrou
o de que carecia,
o de que carecemos,
eu e meu elefante,
em que amo disfarçar-me.

4 comments:

  1. a lição de "nossos" elefantes: recomeçar a cada dia.
    Hoje, terminarei nos clássicos e em Drummond alertando em sua "Música barata": "Não quero Handel para meu amigo/ nem ouço a matinada dos arcanjos. Basta-me/ o que veio da rua, sem mensagem,/ e, como nos perdemos,/ se perdeu.

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  2. Contrarias o Bruxo, preferindo em seu disfarce a parte "mais fluida e permanente,alheia a toda fraude" às ondas misteriosas e arrebatadoras da freudulenta ressaca?

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  3. eis-me elefante, tramado de maneira díspare. Estarei, também eu, traindo o Bruxo?

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  4. esfinges
    se for de elefante a memória, rumo a além-mar, a Antunes, o Lobo, que não dispare, mas insinua que não há da vida ensaio.

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