escrever uma exaustiva análise do poema O elefante, de Drummond. Seguem alguns fragmentos finais abaixo:
Ele não encontrou
o de que carecia,
o de que carecemos,
eu e meu elefante,
em que amo disfarçar-me.
In A Dimension Where Covid-19 Did Not Exist
5 years ago
a lição de "nossos" elefantes: recomeçar a cada dia.
ReplyDeleteHoje, terminarei nos clássicos e em Drummond alertando em sua "Música barata": "Não quero Handel para meu amigo/ nem ouço a matinada dos arcanjos. Basta-me/ o que veio da rua, sem mensagem,/ e, como nos perdemos,/ se perdeu.
Contrarias o Bruxo, preferindo em seu disfarce a parte "mais fluida e permanente,alheia a toda fraude" às ondas misteriosas e arrebatadoras da freudulenta ressaca?
ReplyDeleteeis-me elefante, tramado de maneira díspare. Estarei, também eu, traindo o Bruxo?
ReplyDeleteesfinges
ReplyDeletese for de elefante a memória, rumo a além-mar, a Antunes, o Lobo, que não dispare, mas insinua que não há da vida ensaio.