Para uma noite despretensiosa de sábado, nada mal: lanche com os amigos, chocolates, filme de entretenimento. Mas
Comer, rezar, amar passa dos limites daquilo que posso suportar de clichê e de auto-ajuda. Se ainda fosse só a narrativa, mas as reflexões da narradora, da primeira à última, são de vomitar. Não vale o ingresso, o mau-humor com o filme só não foi total por algumas imagens de Roma que causaram saudade e desejo.
Claro, a noite de sábado contrastou com as suas predecessoras, a de quinta e a de sexta, em tudo, diferentes da bobagem autocomplacente de
Comer, Rezar, Amar.
De qualquer modo, hoje comecei o dia com Proust. Antídoto.