depois de cinco anos de convivência, parece-me que estou encerrando o meu primeiro texto sobre Paisagens da memória, de Ruth Klüger. Parece-me o texto mais bonito que escrevi. Texto escrito entre amigos e alunos da Unicamp e da UFRJ. Texto que deu forma ao novo memorial. Texto que se abre e se fecha e se abre novamente com um amor improvável. Texto que nada mais é que tropo. Desvio para acertar o alvo. Sem jamais acertar. Errância. Mas também ancoragem, quando só há as ondas e o vento que enregela os ossos.
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