É um quadro que vive de sua fama. E a sua reprodução nauseante. Eis o pensamento que, enquanto eu me aproximava, me defendia da Monalisa. Em volta, os japoneses e suas câmeras. Procuro uma brecha para ver. Mas a questão não era essa, não era ver. É que abruptamente fui olhada. E o instante e a obra tornaram-se irreproduzíveis.
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